Letras UFABC

28/09/2012

Da rede pro palco e os amores de Karina Buhr

Filed under: Eventos,Música — Gabriel Kernnuak Farias @ 20:19

Meu primeiro contato com a música da Karina Buhr foi via VMB. Em 2010 ela já era indicada à categoria “artista revelação” na premiação. Mais do que isso: eleita artista do ano pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), a cantora baiana também figurou no Top 10 da revista Rolling Stone, além de marcar presença em outras importantes seleções e tornar-se um dos 3 nomes brasileiros convidados pela Womex, feira mundial de música realizada em Copenhague.

O sucesso era uma constante: em 2011 veio o disco Longe de Onde – sucesso de público com a benção crítica – e a consolidação da artista como um grande expoente da cena atual na música brasileira. Apareceu nas trilhas sonoras da Globo (a música “Tum Tum Tum” fez parte da trilha da telenovela Cordel do Fogo Encantado) e nos grandes festivais internacionais (Karina foi a única artista brasileira convidada ao Roskilde 2011, na Dinamarca).

Atualmente a artista faz shows – uma de suas características mais notáveis é a incrível presença de palco com a qual conduz suas apresentações – e figura no rol dos mais criativos artistas da cena musical recente. Repleta de títulos e credenciais, sua obra não perde a doçura. Impossível não enxergar a poesia de A Pessoa Morre ou não sentir a energia de Guitarristas de Copacabana. Ainda que contrariando seus desejos, eu te amo, Karina. Tanto!

SAI DA REDE

Dia 22/09, Sábado, às 16h
Praça do Patriarca, Centro – SP
Grátis

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24/09/2012

A história que salta aos olhos

Filed under: Vídeos — Gabriel Kernnuak Farias @ 20:27
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Num passado não muito distante, o noticiário do Repórter Esso carregava em seu slogan a seguinte afirmação: testemunha ocular da história.

Se na longínqua década de 50 isso era apenas um recurso para atrair publicidade, no século XXI – da transmissão digital, da fotografia de celular e do fluxo constante de informações da web – não seria pretensioso se alguém se julgasse como tal. Nossa sociedade tem recursos disponíveis para escrever e documentar sua própria história como nenhuma outra teve. Se na era da televisão éramos todos agentes passivos de um esquema de broadcasting, hoje somos todos espectadores e cinegrafistas amadores, documentando a história em posts, tweets e uploads.

O vídeo abaixo é um recorte – apenas um dentre outros tantos – da história do mundo, inteiramente produzido por cinegrafistas amadores e testemunhas oculares. Talvez as gerações futuras não encontrem nossos registros em grandes bibliotecas, letras do próprio punho ou documentos datilografados. Quem sabe um hiperlink.

19/09/2012

Da rede pro palco – o grande apartamento de Cícero

Filed under: Dicas,Eventos,Música,Vídeos — Gabriel Kernnuak Farias @ 17:34
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Lembro como se fosse ontem: eu tinha um blog dedicado exclusivamente a falar de música e peripécias afins – sim, musicófilo de carteirinha, embora a tenha perdido na beirada de algum palco – quando uma amiga comentou comigo que tinha achado o lançamento mais legal de 2011. Tudo à distância, pela internet. Mais dois cliques e a melodia, crescente, ecoava pelo quarto – e não que isso significasse muita coisa, mas só reforça a imagem de que Cícero Rosa Lins personifica uma geração de artistas que devem à web toda a exposição que tiveram, especialmente no início de suas carreiras.

A rápida popularização do álbum Canções de Apartamento (2011) pode fazer parecer que se trata de mais um sucesso meteórico na música brasileira. Não é bem por aí. Além de DJ, Cícero integrava a banda Alice, fundada em 2003. Em seu background musical constam ecléticas referências: de Gram a Explosions In The Sky passando por The Strokes (Cícero fez um cover de Barely Legal na comemoração de dez anos do debut da banda, promovida pelo Rock’n’Beats), nada foge aos ouvidos do cantor, que imprime suas influências em cada uma de suas composições sem, contudo, deixar de ser original.

Comparações existem – há quem diga que existe um tanto de Los Hermanos em Canções de Apartamento; outros apelam ao velho jargão da nova MPB para descrevê-lo – mas não são suficientes para definir o repertório multifacetado do artista. Entre o açúcar e o adoçante, Cícero segue sendo uma doce descoberta da música contemporânea.

Cícero é uma das atrações do festival Sai da Rede no segundo fim de semana de shows. Você encontra mais informações no site do evento.

SAI DA REDE

Dia 22/09, Sábado, às 16h
Praça do Patriarca, Centro – SP
Grátis

18/09/2012

The beats and the bullets

Filed under: Cinema,Vídeos — Gabriel Kernnuak Farias @ 15:36
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Uma vez lançado para as telas de cinema, On The Road parece dar nova vida à literatura beat, trazendo à tona seus personagens mais importantes. William S. Burroughs é um deles – descrito por Eduardo Bueno, primeiro brasileiro a se aventurar na estrada de Kerouac e autor da mais consagrada tradução em língua portuguesa do livro.

14/09/2012

Da rede pro palco

Filed under: Dicas,Geral,Música — Gabriel Kernnuak Farias @ 22:08
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Neste sábado (15) ocorre o primeiro dia de apresentações da 2ª edição do festival Sai da Rede. Elo de ligação entre a rede e a plateia, o festival tem como objetivo levar ao público em geral artistas que utilizam a internet como principal ferramenta de divulgação e interação com seus admiradores e fãs. O festival tem curadoria de Pedro Seiler e Amanda Menezes e mostra estar alinhado com o contexto da música popular contemporânea. Segue parte do release publicado no site oficial do projeto:

“[Para Amanda Menezes] não é mais possível rotular por gênero musical a produção dos artistas da atualidade. A internet se tornou peça chave na engrenagem da produção musical, da composição à comercialização. A maioria dos artistas desta geração compõe e interpreta seus trabalhos, o que se deve muito às facilidades de gravação. Por isso, há muito interesse por parte do público em conhecer (ao vivo) os trabalhos desses artistas”.

As primeiras bandas a tocar são Bixiga 70 e BaianaSystem. De influências plurais e inovadoras (do afrobeat ao carimbó), as faixas são uma prévia do que esperar para a abertura do evento.

Festival Sai da Rede (2ª edição)
De 15 de setembro a 29 de setembro no CBBB_São Paulo
Sempre aos sábados, às 16h
Praça do Patriarca – grátis

Bixiga 70 – Balboa da Silva

BaianaSystem – Barravenida

31/08/2012

Tropicália com vista pro mar e nas telas de cinema

Filed under: Cinema,Diversão,Geral,Vídeos — Gabriel Kernnuak Farias @ 21:31
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A iniciativa da Odebrecht minguou. Se o objetivo era homenagear os tropicalistas, batizando as dependências de um de seus novos empreendimentos em Salvador com referências ao movimento da Tropicália, os principais interessados não fizeram questão das honras. O condomínio luxuoso ao lado do parque ecológico de Pituaçu tem vista pro mar, amplo espaço interno e era divulgado como o local “onde o divino encontra o maravilhoso”, citando a canção de Caetano Veloso. O baiano foi um dos primeiros a levantar a voz contra a tentativa de “comercializar o movimento”, como indica matéria publicada no Terra Magazine.

Ainda que a Tropicália não tenha vocação pra nomear edifícios, sua história pode render um bom filme. Pelo menos é o que parece: de acordo com o calendário de estreias do Omelete, o filme Tropicália estreia no próximo dia 14 e promete revelar bastidores de um dos movimentos mais emblemáticos da cultura nacional. Abaixo você confere o trailer do longa de 72 minutos e direção de Marcelo Machado.

29/08/2012

O sublime da paródia

Filed under: Geral,Rapidinhas Linguísticas,Vídeos — Gabriel Kernnuak Farias @ 23:47
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Compreende-se por paródia a reprodução humorística, irônica ou burlesca de uma determinada obra literária. Tal interação, contudo, que é estabelecida a partir da recriação de uma obra já existente (por vezes conferindo-lhe novo sentido) também pode ocorrer em outros campos da arte que não estejam necessariamente ligados à linguagem escrita – existem paródias de músicas e filmes, por exemplo.

O Spoleto recorreu à paródia para construir, seguramente, uma das propagandas mais legais dos últimos tempos. Sem recorrer a velhos chavões, a empresa se aproveitou de uma crítica, publicada semanas atrás, ao modelo de atendimento utilizado em seus restaurantes e produziu uma peça bem humorada, valendo-se de grande genialidade para contornar um problema.

A crítica, abaixo, foi originalmente publicada pelo canal Portadosfundos.

E a resposta, rápida, pelo perfil Spoletobr.

24/08/2012

Quadrinhos de Liverpool

Filed under: Dicas,Geral,Música — Gabriel Kernnuak Farias @ 20:41
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Seguramente, os Beatles representam para a música aquilo que Shakespeare representa para a literatura. Sua obra, compreendida em um período de dez anos, é densa e plural: dos ie-ie-iês do Cavern Club e jaquetas de couro (muito antes de serem encontrados por Brian Epstein e ganharem ternos e Ringo Starr) à psicodelia e à profundidade de álbuns como Revolver e Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band, a banda explorou todas as vertentes do rock – quiçá da música popular – de sua época. Mais do que isso: o quarteto de Liverpool foi um fenômeno que até então não tinha precedentes na história da música. Angariou uma legião de fãs e destacou-se por seu comportamento estético e rebeldia para definitivamente fincar seus pés na Abbey Road e no imaginário coletivo como ícones da cultura pop.

Mais de meio século passado após o início da banda (e no ano em que o single de Love Me Do, marco inicial da formação clássica do grupo, diga-se, completa 50 anos) é lançado o livro Beatles In Comic Strips. Idealizado por Enzo Gentile, jornalista e crítico musical, e Fabio Schiavo, detentor de um vasto arquivo de cartoons relacionados ao quarteto, o livro se propõe a apresentar cerca de duzentos quadrinhos relacionados ao grupo: dos mais populares aos mais raros e inacessíveis, dos mais antigos e obscuros aos mais recentes e difundidos, produzidos em quaisquer dos quatro cantos do mundo. Em algumas histórias a banda é protagonista; em outras é apenas citada e ainda há casos em que as próprias canções da banda são transportadas para o papel, enquanto os traços substituem o som da guitarra que consagrou o grupo. O livro encontra-se disponível no site da Amazon.

18/08/2012

O medo de perder e os embalos de sábado à noite

Filed under: Geral,Vídeos — Gabriel Kernnuak Farias @ 18:13
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A seção “eventos” do Facebook indica que ainda restam nove compromissos a serem cumpridos na próxima semana – três deles no mesmo dia. Enquanto isso, a cada atualização da (famigerada) linha do tempo, surgem fotos recém tiradas de amigos em festas, notificações sobre o show de uma banda de rock na cidade ao lado e alguns outros (tantos) posts lamentando alguma espécie de solidão ou tédio indesejável para a noite de sábado. Enquanto isso você continua a explorar as redes sociais – amealhando alguma informação do meio de uma quantidade exorbitante de dados – e enfim posta: “Feliz! Tenho cinema e pipoca pra noite de hoje”, anexando a foto de dois DVDs recém comprados, quiçá numa tentativa de mostrar que está tão feliz quanto os amigos marcados nas fotos da festa.

A situação hipotética não é tão difícil de ser imaginada. Arrisco dizer, comum nos dias recentes. Desde o boom das redes sociais, iniciado em pequenas comunidades no Orkut, passando pelo streaming de muitos fatos e poucas palavras do Twitter até a explosão da linha do tempo multimídia do Facebook, abriu-se espaço para diversas formas de compartilhamento na internet. Desde o caderno de economia de uma publicação européia até imagens de si mesmo num bar na Vila Madalena, nada é tão pessoal que não possa ser público. O fluxo intenso de informações, contudo, foi o que bastou para alimentar aquilo que tende a ser um dos males do século XXI: F.O.M.O.

O Fear Of Missing Out, embora não seja uma sensação desconhecida ao ser humano, é um problema emblemático da era digital. Consiste, literalmente, no “medo de estar por fora” ou no receio de perder aquilo que há de melhor, intensificado quando há a percepção de que, a opção por passar um fim de semana sozinho, seja lendo Guerra e Paz ou assistindo ao último filme do Woody Allen, implica na recusa àquela festa com os amigos ou ao show da sua banda preferida que ocorre numa cidade vizinha. Segundo o médico Ricardo de Oliveira, coordenador de neurociências do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (em entrevista à Você s/a), a denominação recente só remonta um antigo problema. “Quem nunca lamentou não fazer parte de determinado grupo?”, perguntou o neurologista e neuropsiquiatra.

O F.O.M.O remete a um misto de irritabilidade, ansiedade e sensação de deslocamento de um determinado grupo e deve-se em grande parte à falta de maturidade na relação ente usuário e redes sociais, elementos consideravelmente recentes no contexto das relações humanas. À medida que os próprios sites estimulam o compartilhamento de informações (na homepage da antiga versão do Twitter encontrava-se um quase invasivo “what are you doing?”, posteriormeste substituído por um estimulante e abrangente “what’s happening?” – no Facebook a pergunta diz respeito ao que você está pensando), cabe ao usuário ter critério quanto aos seus objetos de compartilhamento, bem como fazer uma seleção clara daquilo que é informação relevante e o que não é.

Ainda que exposição àquilo que os outros está fazendo seja inevitável, a consciência dessa realidade é um passo para evitar o Fear Of Missing Out e problemas adjacentes. Não, você não é o John Travolta e os embalos do sábado à noite não são só seus. De todo modo, o vídeo da JWTIntelligence ajuda a elucidar estatisticamente a raiz desse problema.

17/08/2012

Páginas alteradas

Filed under: Dicas,Geral — Gabriel Kernnuak Farias @ 21:29

 

Primeiramente apanhe um livro em um sebo de sua preferência. Depois, pratique livremente a obliteração que, a essa altura, quase transforma-se em obliteratura: apague, acrescente, acentue ou atenue. Todo código é moldável e todo canal é perfeito quando existe uma mensagem para ser transmitida.

Essa é a proposta do projeto Altered Books do logolalia.com. Lá você encontra uma coletânea de obras concebidas a partir do processo de obliteração. Visualmente convidativos, os poemas são uma exploração simples e sublime da interatividade que reserva o livro de papel. Que tal?

Para visualizar mais obras, visite o site do projeto.

08/08/2012

Ela voltou!

Filed under: Dicas,Eventos,Geral — Gabriel Kernnuak Farias @ 02:53
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Ela dispensa apresentações, embora os bibliófilos reservem inúmeros predicados cheios de ternura para descrevê-la. Na próxima quinta-feira (9) terá início a 22ª Bienal do Livro de São Paulo, que acontece no Pavilhão de Exposições do Anhembi. Abrigando cerca de 480 expositores num espaço de 60 mil m², a Bienal espera receber cerca de 800 mil visitantes para a edição desse ano, que conta com convidados ilustres como Marcelo Tas, Ruth Rocha, Miguel Nicolelis, Fernando Henrique Cardoso entre outros.

História

Realizada pela primeira vez em parceria com o Museu de Arte de São Paulo no ano de 1961, a Bienal do Livro de São Paulo passou por várias alterações até que chegasse ao seu formato atual. Criada com o intuito de introduzir no país a tradição europeia das feiras de livro, as primeiras edições do evento tiveram cerca de 80 mil visitantes e um número aproximado de 700 expositores. Desde então, esteve em constante mudança para abrigar um público crescente e fiel: organizada pela primeira vez no edifício da Bienal de Arte, mudou-se para o Expo Center Norte em 1996. Ainda esteve no Centro de Exposições Imigrantes por um curto período de tempo – de 2002 a 2006 – até chegar ao Anhembi, maior centro de exposições da América Latina, local onde é realizada até os dias de hoje.

22ª BIENAL DO LIVRO DE SÃO PAULO
De 9 a 19 de Agosto de 2012
Pavilhão de Exposições do Anhembi
Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana – CEP 02012-021 São Paulo – SP

Horário de Visitação:
de 09 a 18 de agosto, das 10h às 22h
dia 19 de agosto, das 10h às 20h, com entrada até as 18h

Mais informações no site do evento.

06/08/2012

Para que serve uma monocotiledônea?

Filed under: Discussões,Geral,Vídeos — Gabriel Kernnuak Farias @ 04:17
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Num rápido exercício de memória, tente lembrar da sua vida sem a internet. Lembre-se de como se desenvolviam as relações de amizade, de trabalho e de aprendizado, ou das diferentes necessidades comuns ao mundo que precedia a web. Na ausência do Google, à menor necessidade de pesquisa recorria-se à Barsa – ou a qualquer outra volumosa enciclopédia de papel, que abrigava um extenso conteúdo e ocupava um significativo espaço físico na estante. Conteúdo era expresso em páginas e grafado à tinta, inflexível a alterações quando seus dados alcançassem a obsolescência.

Com a popularização do world wide web esse cenário sofreu profundas mudanças. Pesquisa e Google tornaram-se sinônimos. Wikipedia tornou-se referência popular enquanto enciclopédia valendo-se do conhecimento coletivo. Redes sociais aproximaram pessoas com interesses afins e promoveram diálogo, viabilizando a troca de informações e a produção de conteúdo em todos os campos de conhecimento.

Diante desse quadro, demanda-se uma série de mudanças em alguns setores da sociedade. O vídeo abaixo é um excerto da palestra (que você encontra na íntegra aqui) na qual Luli Radfahrer* fala sobre as mídias sociais e a escola do século XXI – os caminhos da difusão do conhecimento numa sociedade hiperconectada e que possui fácil acesso à informação.

*Luli Radfahrer é Ph.D em comunicação digital pela ECA-USP, de onde é professor há mais de 15 anos. Mais informações podem ser encontradas em seu blog.

03/08/2012

Uma noite no museu

Filed under: Eventos,Geral — Gabriel Kernnuak Farias @ 15:02
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O Centro Cultural Banco do Brasil (palco do Anima Mundi há uma semana) abre neste sábado (4) a exposição Impressionismo: Paris e a Modernidade. Com 85 obras vindas do Museu D’Orsay (França), a mostra fica em cartaz até 7 de outubro e conta com obras de renomados artistas como Claude Monet, Toulouse-Lautrec, Édouard Manet e Vincent Van Gogh, construindo uma perspectiva detalhada da pintura impressionista e pós-impressionista.

Além da mostra – que também tem ao seu favor o ineditismo, já que alguma de suas telas serão mostradas pela primeira vez fora de Paris – o CCBB organiza neste sábado a Virada Impressionista. O evento é o marco inicial da exposição e o museu estará de portas abertas desde a tarde de sábado (15h) até a noite de domingo (22h). A virada também terá iluminação especial e serviço de van.

VIRADA IMPRESSIONISTA
Data: de 4 a 5 de agosto de 2012.
Horário: das 15h do sábado às 22h do domingo.

IMPRESSIONISMO: PARIS E A MODERNIDADE

Data: de 4 de agosto a 7 de outubro de 2012.
Horário: terça a domingo, das 10h às 22h.
Entrada franca.

Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB)
End.: Rua Álvares Penteado, 112 – Centro.

Mais informações podem ser obtidas no site da instituição.

24/07/2012

Coisa de gente grande

Filed under: Cinema,Geral,Vídeos — Gabriel Kernnuak Farias @ 17:32

Animação deixou de ser programa exclusivo para crianças há muito tempo. Especialmente a partir de agora, passará a ser coisa séria – tão séria que o vencedor principal da vigésima edição do Anima Mundi ganhará o direito de se inscrever para concorrer ao Oscar.

Amanhã, 25, o evento começará a ser exibido nas salas paulistanas – Memorial da América Latina e Centro Cultural Banco do Brasil. Para mais informações sobre a programação do evento clique aqui.

O catálogo do Anima Mundi 2012 também foi divulgado pelo site oficial do evento. A peça contem informações sobre as atrações do festival e você pode acessá-la clicando aqui.

 

Centro Cultural Banco do Brasil

ENDEREÇO: Av. Álvares Penteado, 112 Centro – São Paulo
TELEFONE: (11)3113-3650, 3113 3651, 3113 3652
HORÁRIO: Horário de funcionamento: Qua à Dom 9h às 21h

Memorial da América Latina

ENDEREÇO:Av. Auro Soares de Moura Andrade 664 – Barra Funda – São Paulo
TELEFONE:(11) 3823-4600
HORÁRIO:Horário de funcionamento: Qua à Dom 9h às 23h

17/07/2012

Morte e Vida Severina

Filed under: Dicas,Geral — Gabriel Kernnuak Farias @ 02:10
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João Cabral de Melo Neto uniu as pontas entre a morte e a vida, fim e começo, ao publicar em 1955 uma das obras mais importantes da literatura brasileira. Morte e Vida Severina é paradoxal desde o princípio: ao unir final e princípio da vida, também reúne outros extremos e expõe com certo lirismo todo o sofrimento existente na “vida severina”.

Miguel Falcão tirou a obra da imaginação e passou para o papel, dando traços à seca nordestina e aos retirantes que fogem da estiagem e buscam melhores condições de vida. Pelas mãos da escola de audiovisual OZI nasce uma das animações mais legais que eu já encontrei no Youtube. Vale a visita.

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